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PENEDO FURADO - VILA DE REI


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

O Penedo Furado é uma obra prima da natureza, situado em Milreu, Concelho de Vila de Rei, Distrito de Castelo Branco, Portugal. Faz uma bela parceria na sua beleza paisagística com o rio Rabadão. Integrado na rota das Conheiras, um PR 6 de cerca de 10,5 Kms de percurso que liga o Penedo Furado à Aldeia do Xisto da Água Formosa, um percurso da era Romana e da exploração mineira do Ouro. Uma autentica viagem à Indiana Jones na descoberta da Rota das Conheiras.



                  HISTÓRIA:
A Praia Fluvial do Penedo Furado, em Vila de Rei, está entre as finalistas no concurso 7 Maravilhas – Praias de Portugal, figurando, desde já, entre as três melhores praias nacionais na categoria de “Praias de Rios”.

Depois de constar entre as 70 pré-finalistas a concurso, um conjunto de 21 personalidades de várias quadrantes da sociedade portuguesa escolheu as 3 praias finalistas por categoria, distinguindo o Penedo Furado como uma melhores praias fluviais do País.

O Penedo Furado é a estância balnear mais procurada do concelho de Vila de Rei, não só pela sua água límpida e cristalina que lentamente vai correndo pelo leito, através de uma passagem natural na rocha, mas também pelas excelentes infra-estruturas que apresenta. As características do maciço rochoso fazem deste local, bastante arborizado, um autêntico paraíso, oferecendo um conjunto de pequenas quedas de água, visíveis a escassos metros, que podem ser apreciadas ao percorrer um estreito caminho talhado na rocha.

PRAIA FLUVIAL DE PENEDO FURADO:

A Praia Fluvial do Penedo Furado, foi votada no concurso as 7 Maravilhas – Praias de Portugal, na categoria de “Praias de Rios”, através do site http://www.7maravilhas.sapo.pt. Concurso que atribui as 7 melhores praias fluviais de Portugal.

Para a Presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Irene Barata, “a nomeação da Praia Fluvial do Penedo Furado como finalista do concurso 7 Maravilhas – Praias de Portugal vem, uma vez mais, realçar a beleza natural do Concelho de Vila de Rei. O Penedo Furado é um dos locais turísticos mais visitados do nosso Concelho e, com a realização deste concurso, vê reconhecida a sua enorme beleza e qualidade sendo já considerada uma das melhores praias do País.”

Fonte: www.cm-viladerei.pt



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ÁGUA FORMOSA - ALDEIA DO XISTO - VILA DE REI


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
A Aldeia do Xisto de Agua Formosa fica situada no Município de Vila de Rei, Distrito de Castelo Branco, Portugal.
É uma das aldeias do xisto mais fantásticas de Portugal. Está ainda em fase de recuperação, feita essencialmente por privados que vão comprando as casas degradadas, e recuperam-lhe a traça original. Pelo que ví, o trabalho está a ser muito bem elaborado pelos adquirentes, e praticamente já não há casas velhas para recuperar para venda.


O acesso não se faz para dentro da aldeia, estacionamentos não há praticamente nada, e para autocaravanas muito menos, para os automóveis existe um pequeno parque no limite da estrada, antes 100m da ponte de acesso pedonal, e encontra-se com barreiras limitadoras de altura, pelo que não devem tentar sequer descer a estrada que tem bastante inclinação e é de difícil tarefa para manobras. Quem tiver autocaravanas grandes tem que deixar uns 300m antes da aldeia, a estrada é estreita e sem saída.



             HISTÓRIA:

Água Formosa é uma localidade típica integrada no Programa das Aldeias do Xisto, sendo a grande maioria das suas casas construídas em xisto, mantendo a traça tradicional de outros tempos.
A 10 km do Centro Geodésico de Portugal, numa encosta soalheira, encontra uma aldeia cujo nome deriva de ali se encontrar uma fonte de Água Formosa. Ainda se encontram evidências das tradições antigas, como os vários fornos a lenha espalhados pela Aldeia; mas também evidências de tradições ligadas à utilização da força da água, num enquadramento natural que evidencia o melhor da relação entre Homem e Natureza.

Esta é uma aldeia que vive de esperança. Tem poucos habitantes residentes, mas a estes têm vindo a juntar-se muitos mais. Vieram atraídos pelo som da água a correr na Ribeira da Galega. Pela sincera simpatia dos vizinhos. Pelo caminho calcetado que conduz à fonte de água puríssima, um antídoto para o calor que também mata a sede de descanso. Experimente ainda atravessar a ponte pedonal sobre a ribeira, recentemente recuperada, para apreciar uma outra perspectiva da aldeia.



Fonte: www.cm-viladerei.pt - www.aldeiasdoxisto.pt

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CABREIRA - ALDEIA DO XISTO - GÓIS - COIMBRA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

A Aldeia do Xisto de Cabreira, pertence ao  Concelho de Góis, Distrito de Coimbra, Portugal. Saídos de Miranda do Corvo, dirigimo-nos a Cabreira já com programa pré-estabelecido, que passava ainda pelas aldeias do Xisto de Cadafaz e Fajão, sendo que a primeira já não deu tempo para visita. Cadafaz é a Freguesia onde pertence Cabreira, e Ponte da Cabreira, essa sim mais interessante pelo casario em xisto na encosta do rio. Casas bastante pequenas, desabitadas mas muito bem conservadas. Uma paisagem lindíssima como quase todas as aldeias de xisto.


             HISTÓRIA:
Ponte da Cabreira
A aldeia da Cabreira situa-se na margem norte do rio Ceira e toma vantagem do terreno suavemente inclinado. Por baixo da aldeia, estendendo-se até ao rio, encontram se bonitas tiras de terra cultivada e por baixo destas está uma praia fluvial com sombra debaixo da alta ponte da estrada. A Cabreira tem dois Cafés, um ao lado da estreita calçada que passa pelo centro e outro ao lado da estrada principal, no cimo de um alto muro de xisto, permitindo assim uma vista por cima da povoação.
Embora a aldeia já exista há vários séculos, a sua maior expansão deu-se durante os inícios e até ao meio do Século XX, havendo uma das maiores minas de volfrâmio na área. Estas minas ofereceram postos de trabalho até mais ou menos 1953, quando fecharam por causa da procura de volfrâmio ter entrada em queda. Existiam também minas privadas exploradas por individuais e minas de estanho mais encima no monte. Durante os trabalhos mineiros, fontes de água que alimentavam as nascentes por trás da aldeia foram cortadas e algumas destas velhas nascentes secaram. Muitos dos habitantes locais ainda lembram o tempo das minas e as mudanças depois de estas fecharem. Há 60 anos havia 40 crianças na escola local que actualmente se encontra fechada.

A uma pequena distância vale acima encontra-se o lagar junto à Ponte do Lagar, a ponte medieval que atravessa o rio Ceira. O lagar e o moinho estão ainda funcionais e trabalham anualmente. No monte, em cima da ponte, existe um estreito edifício branco onde os trabalhadores que extraíam ouro e volfrâmio do leito do rio Ceira pernoitavam. Estes costumavam mergulhar até 4 m para recuperar pedras e gravilha que a seguir lavavam para separar os minérios. Durante o tempo destes trabalhos o lagar era utilizado como gabinete da companhia. Agora este lugar é uma praia fluvial popular durante o Verão com instalações para poder grelhar petiscos e pitorescas casa de xisto de arrecadação para as azeitonas, das quais algumas foram transformadas em balneários.

Fonte: www.cm-gois.pt

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PIÓDÃO - ALDEIA DO XISTO - ARGANIL

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

A Aldeia do Xisto do Piódão, fica situada no Concelho de Arganil, Distrito de Coimbra, Portugal.
Piódão é a verdadeira imagem do presépio em tamanho real. Quem desce a Serra do Açôr e se depara com a aldeia Piódão lá no fundo, com o xisto e a lousa a darem-lhe uma côr única de rústicidade, dificilmente esquecerá a imagem única deste postal ilustrado. Piódão, é uma genuína aldeia do xisto tradicional e serrana de características bem Portuguesas.


              HISTÓRIA:
Piódão é a freguesia portuguesa mais longínqua do concelho de Arganil, com 36,36 km² de área e 224 habitantes (2001). Densidade: 6,2 hab/km². A freguesia inclui as seguintes aldeias e quintas: Piódão, Malhada Chã, Chãs d'Égua, Tojo, Fórnea, Foz d`Égua, Barreiros, Covita, Torno, Casal Cimeiro e Casal Fundeiro. A aldeia, de Piódão, situa-se numa encosta da Serra do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, tecto coberto com lajes e portas e janelas de madeira pintada de azul. O aspecto que a luz artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”.
Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e em alguns casos à apicultura. A flora é em grande parte constituída por castanheiros, oliveiras, pinheiros, urzes e giestas. A fauna compõe-se, sobretudo, de coelhos, lebres, javalis, raposas, doninhas, fuinhas, águias, açores, corvos, gaios, perdizes e pequenos roedores. Actualmente, a desertificação das zonas do interior, afecta praticamente todas as povoações desta freguesia. As populações mais jovens emigraram para o estrangeiro ou para as zonas litorais à procura de melhores condições de vida, regressam ás suas origens, sobretudo, durante as épocas festivas para reviver o passado e se reencontrarem com os seus congéneres.

Mais um pouco de História:
As raízes de um povo entroncam na sua memória colectiva. Olvidar o passado significa quase sempre cair na aculturação – resulta em rápida desagregação social e perda de identidade. Uma cultura só permanece viva enquanto houver um conjunto significativo de actos, objectos e histórias reconhecíveis por todos como pertencendo a um legado comum. Esta herança identitária – corpus cultural recebido e transmitido entre pais e filhos – é a base da coesão comunitária, o cimento sobre o qual se podem, com segurança, erguer os alicerces dos dias que estão para vir. Este Museu pertence por isso, em primeiro lugar, aos habitantes da freguesia do Piódão. Recordar o seu passado é também uma forma de contribuir para a construção do seu futuro. Quanto aos turistas que nos visitam, fazemos votos de que este espaço os ajude a entender um pouco melhor a alma do lugar. É importante sentirem que aqui - no coração de pedra da montanha - cada casa tem uma respiração própria, cada objecto uma história para contar e cada pessoa a dignidade de uma vida por detrás.

Fonte: www.cm-arganil.pt

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CHÃS DE ÉGUA - ALDEIA DO XISTO - PIÓDÃO - ARGANIL

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Na repassagem por Piódão, um pouco mais à frente surge-nos Chãs de Égua, mais uma aldeia do Xisto nas encostas da Serra do Açor, aliás estas construções estão espalhadas um pouco por toda a serra.
O homem esteve sempre lá, eram outros tempos é verdade, mas acredito que muitos desses sítios outrora inóspitos e rudes, se venham a tornar no futuro recantos de lazer com muita qualidade de vida, calma pura e natural. Para atestar isto mesmo, é só verem o nosso Portefólio com a etiqueta correspondente a " FOZ D'ÉGUA.





              HISTÓRIA:

As quase 100 rochas gravadas já descobertas na freguesia do Piódão constituem a mais importante concentração de arte rupestre conhecida até ao momento no território que se estende entre o Tejo e o Baixo Côa. Tal facto foi determinante para a instalação do Centro Interpretativo de Arte Rupestre no centro simbólico deste território – Chãs d'Égua. Este centro também funciona como sítio de Acolhimento para visitas guiadas a diversos núcleos rupestres. Existe a convicção de que as gravuras do Piódão são apenas uma das pontas de um novelo muito mais complexo, inscrevendo-se a sua icnografia num contexto mais vasto na Serra do Açor. 


A possibilidade de uma ligação em rede entre os diversos centros interpretativos na Serra do Açor ensaia também os seus primeiros passos através da criação de um circuito entre os Centro Interpretativo de Chãs d'Égua e o Núcleo de Arte Rupestre da Casa Grande, na Barroca do Zêzere. Pretendendo-se que esta iniciativa constitua o embrião de futuras parcerias no âmbito da arte rupestre, permitindo a constituição de um rota de arte rupestre na Serra do Açor.
Telefone: 235732042 E-mail: rupestre.chas.egua@cm-arganil.pt
Horário de Funcionamento: De Quarta-Feira a Domingo das 09H00 – 13H00 / 14H00 – 17H00 (Horário de Inverno) e das 09H30 – 13H00 / 14H00 – 17H30 (Horário de Verão).

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FOZ D'ÉGUA - ALDEIA DO XISTO - PIÓDÃO - ARGANIL

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Foz D' Égua, é uma pequena aldeia do Xisto, pertencente ao Concelho de Arganil, Distrito de Coimbra, Portugal. Aldeia encravada nos fundos da Serra do Açor, junto a uma confluência de Ribeiros de água de Piódão e de Chã, que corre em abundância no inverno, mas praticamente seca no Verão. Existe logo à entrada uma ponte de arame e corda, suspensa, de acesso às casas, construída pelos proprietários (acesso privado). Passada a ponte suspensa, e descendo a estreita rua em direção ao Ribeiro, deparamos com duas pequenas pontes restauradas que dão um grande charme ao conjunto. Existe ainda uma pequena Capela no cimo do monte a ser restaurada à altura da visita.

Esta parte da Aldeia é propriedade privada de dois irmãos do Barreiro, que compraram todo o casario desta parte da aldeia descolada da própria aldeia de Foz de Égua. São pouco mais de 4, 5, casas, das quais apenas não conseguiram descobrir o proprietário da última casa que ali existe, a única que ainda não é de sua propriedade, para assim ficarem com a totalidade daquele casario em xisto, e naquele local específico, e que deslumbra os olhos de quem passa por ali. 


A beleza natural, a envolvência que espelha todo o trabalho de restauro, imposto por muito tempo despendido. mas com prazer concerteza, por estes dois irmãos empenhados em reconstruirem uma parte desta aldeia de Foz D' Égua, privada sim senhor, mas um postal turístico digno de visita, que considero um pequeno paraíso serrano à beira rio plantado. Tivemos o prazer de ser convidados a visitar o interior da casa de um dos proprietários, e efectivamente o conforto interior, e as vistas paisagísticas, são dignas apenas de gente privilegiada, neste caso são dois casais. Simplesmente espetacular. 


                                   
Agradeço também desde aqui aos proprietários, a simpatia com que fomos recebidos, convém referir mais uma vez, que toda esta parte da aldeia de Foz de Égua, a que mais se destaca, é porventura o mais bonito postal turístico, edificado em xisto.

#Destaque para a ponte de arame suspensa que liga as casas á estrada#





           
             HISTÓRIA:
Na serra do Açor, nas proximidades da aldeia do Piódão e após percorridos 8 Km através de Estrada, encontramos Foz D´Égua em que as Ribeiras de Piódão e Chãs D´Égua, se encontram e seu percurso se trava por uma represa, criando um espelho de água e contribuindo para um local paradisíaco em plena Verão. Ainda a jusante o encontro da ribeira do Torno. O local possui uma beleza natural, que o enquadramento das duas pontes existentes, a proximidade de dois moinhos em xistos, um lagar e os blocos de pedras talhadas pela corrente das ribeiras, permite a utilização turística por muitos. O perfil da zona de praia é pouco acidentada, pois resulta da ligação das ribeiras, o mesmo não se poderá dizer em relação aos acessos pedonais, que são bastante acidentados, ligando a estada à praia por socalcos que se transpõem com pequenas escadas em xisto.

Fonte: www.cm-arganil.pt

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ESTREMOZ - ALENTEJO - ÉVORA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Estremoz, é uma cidade Portuguesa, da Região Alentejana, pertencente ao Distrito de Évora. Bom local para uma paragem, e uma interessante visita histórica. Excelente para pernoitar em Autocaravana, bom parqueamento, bem iluminado, e centralizado no centro da cidade. Local de grande interesse histórico e gastronómico, do qual damos conta do seu património, e da sua história. O Portal AuToCaRaVaNiStA, recomenda a sua visita. Concelho amigo dos Autocaravanistas.


              HISTÓRIA:

No concelho de Estremoz existem 13 Freguesias, duas urbanas – Santo André e Santa Maria – e onze rurais: Arcos, Evoramonte, Glória, S. Bento do Ameixial, S. Bento do Cortiço, S. Bento de Ana Loura, S. Domingos de Ana Loura, Santo Estêvão, S. Lourenço de Mamporcão, Veiros e Santa Vitória do Ameixial. Em termos históricos o concelho de Estremoz foi palco de diversos acontecimentos que marcam indelevelmente a história de Portugal.

Exemplos disso são o Paço Real do castelo de Estremoz, construído por D. Dinis, onde em 1336, faleceu a Rainha Santa Isabel. Estremoz foi também palco das reuniões de corte, nos reinados de D. João I e de D. Afonso V, e também já em 1497, D. Manuel entregou aqui, a Vasco da Gama, o comando da esquadra que o levou à Índia. Esta utilização, como aquartelamento de tropas, viria a verificar-se também durante a Guerra da Restauração, de onde as tropas partiram para diversas batalhas travadas nos anos que se seguiram à declaração de independência, em 1640.

Na Freguesia de St. Vitória do Ameixial, travou-se. Em 1663 a célebre Batalha do Ameixial, uma das mais importantes batalhas da Restauração da independência de Portugal. Foi também, o Castelo de Estremoz, o quartel-general de D. Nuno Álvares Pereira, patrono da Infantaria, que comandou as tropas Portuguesas nas emblemáticas Batalhas dos Atoleiros e de Aljubarrota, em 1834, frente às tropas de Castela e cujas vitórias viriam a consolidar a Independência Portuguesa. Por sua vez em Evoramonte, no dia 26 de Maio de 1834, foi assinada a Convenção de Évora Monte pondo termo à guerra civil (1832-34), entre absolutistas e liberais.


     Castelo de Estremoz:
O castelo de Estremoz passou definitivamente para o domínio português no reinado de D. Sancho II, depois de já ter estado na mão das forças cristãs e ter sido de novo tomado pelos árabes. Esta fortificação que já devia existir desde a ocupação romana da península, no reinado de D. Sancho II, teve obras de reconstrução, que foram continuadas com o reforço das defesas, nos reinados seguintes. Com D. Dinis, estes trabalhos deram também lugar à construção do Paço Real, onde em 1336, faleceu a Rainha Santa Isabel.

Castelo de Estremoz:
Foi também, o Castelo de Estremoz, o quartel-general de, D. Nuno Álvares Pereira. Segundo a tradição, terá sido junto a este castelo que se deu o milagre das rosas, quando a Rainha Santa Isabel, que distribuía esmolas, converteu as moedas em rosas, enganando o rei D. Dinis, que não a queria nessa tarefa de ajuda aos mais necessitados.


Esta utilização, como aquartelamento de tropas, viria a verificar-se também durante a Guerra da Restauração, de onde as tropas partiram para diversas batalhas travadas nos anos que se seguiram à declaração de independência, em 1640. Estremoz foi palco da reunião de cortes, nos reinados de D. João I e de D. Afonso V, e também já em 1497, D. Manuel entregou aqui, a Vasco da Gama, o comando da esquadra que o levou à Índia.


Em Agosto de 1698, o depósito de munições explodiu, arruinado uma grande parte do castelo, vindo a ser recuperado no reinado de D. João V, por volta de 1740, que, nestas obras, mandou construir uma Sala de Armas, dotando-a com um valioso recheio, saqueado durante as invasões francesas, em 1800. Classificado como Monumento Nacional, no início do século XX, recebeu intervenções que para além da fortaleza, requalificaram o antigo Paço Real, que agora funciona como pousada e criaram a Galeria de Desenho da Câmara de Estremoz.
Fonte: http://www.guiadacidade.pt/portugal/

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CASTRO LABOREIRO - MELGAÇO

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Tradição Pascal: O compasso que visita as casas das pessoas que abrem as suas portas para receberem a benção, benzer a casa, e beijar o Senhor na Cruz. Este é ainda um acto religioso tradicional nas gentes nortenhas. O AuToCaRaVaNiStA abriu a porta da sua casa itinerante (Autocaravana) para seguir o ritual e a tradição nortenha, e á qual, com muito orgulho pertenço. Calhou em jeito ser em Castro Laboreiro, e fica aquí neste SlideShow a memória para esta história. De salientar que não subí ao cimo do Castelo por ser um trilho acidentado e muito forçado. Na verdade, eu já estava era com a gasolina na reserva!. Fica para uma próxima a subida, e também o Cabrito de Castro Laboreiro, Este ano calhou o cabrito na zona do Lindoso.

       GASTRONOMIA:
Cabrito Serrano, e Bacalhau com Broa (Distinção da revista Evasões para o melhor bacalhau com broa do mundo,(!!) atribuído a um restaurante da região, "MIRA CASTRO" Restaurante e Hotel.





               HISTÓRIA:

A freguesia de Castro Laboreiro, localizada no planalto com o mesmo nome, em plena serra, numa extensa área dentro do Parque Nacional da Peneda-Gerês, dista vinte e cinco quilómetros da sede do concelho. Confronta com terras da Galiza, a norte e nascente, Gavieira (Arcos de Valdevez), a sul e poente e Lamas de Mouro, a poente. O seu nome vem de duas palavras: Castrum, Castro — povoação fortificada pelo povo castrejo, de raça celta, que, depois do seu nomadismo durante milhares de anos nos planaltos, vivendo da caça e da pesca, e depois do pastoreio, se fixou nos outeiros para ali viver em comunidade e se defender das tribos invasoras, desde quinhentos anos antes de Cristo até ao século VI da era cristã: Laboreiro — do latim "lepus, leporis, leporem, leporarium, lepporeiro, leboreio".

O Pe. Aníbal Rodrigues, num estudo sobre os dólmenes de Castro Laboreiro, a que não faltam apontamentos poéticos, descreve Castro Laboreiro assim: "Constitui uma região de extraordinária beleza, onde os seus vales amenos, os planaltos extensos e a serra agreste se harmonizam maravilhosamente, dando à paisagem cambiantes de rara grandeza. Banhada pelas águas cristalinas do rio Laboreiro e embalada pelas maviosas canções da sua rápida corrente, é uma região bela, cheia de microclimas, desde a terra fria que produz apenas batata, centeio e pastagens, até à parte quente e ribeirinha, em que se cultiva toda a espécie de cereais, fruta e vinhos." Tem mais de 40 lugares, distribuídos pelas brandas e pelas inverneiras — que são os lugares mais altos ou os mais baixos, onde o povo se resguarda do frio intenso dos agrestes invernos ou do calor trazido pelos estios desabridos. As brandas, nos lugares mais altos, são mais agradáveis e produtivas na época do calor, servindo aos animais também melhores oportunidades de alimentação — é assim uma espécie de casa comum de veraneio da população e gados da freguesia e de visitantes vindos de fora. Aqui os principais lugares são: Vila, Várzea Travessa, Picotim, Vido, Portelinha, Coriscadas, Falagueiras, Queima-delo, Outeiro, Adofreire, Antões, Rodeiro, Portela, Formarigo, Teso, Campelo, Curral do Gonçalo, Eiras, Padresouro, Seara e Portos.

As inverneiras, nas zonas mais baixas, servem de refúgio ao frio e estão localizadas nos vales da freguesia. Os seus lugares: Bico, Cailheira, Curveira, Bago de Cima e Bago de Baixo, Ameijoeira, Laceiras, Ramisqueira, João Alvo, Barreiro, Acuceira, Podre, Alagoa, Dorna, Entalada, Pontes, Mareco, Ribeiro de Cima e Ribeiro de Baixo. É um ciclo que se repete há milhares de anos neste planalto elevado a uns mil metros acima do nível do mar. Daqui se estabelece um longa linha de horizontes com a vizinha Espanha (para onde se poderá seguir pela estrada da Ameijoeira). O rio Laboreiro ajuda também à composição de todo um conjunto de extraordinária beleza, serpenteando serra abaixo, até se juntar ao rio Lima. Ligando as suas margens, permanecem as pontes que as várias civilizações que por aqui passaram foram construindo ao longo dos tempos. São, segundo o citado trabalho do Pe. Aníbal Rodrigues, "pontes romanas e românicas, da época da ocupação romana: a da Cava da Velha (monumento nacional); e românicas, do século XII, como a de Dorna, da Assoreira ou da Capela, de Varziela, das Cainheiras, da Vila, do Rodeiro, das Veigas e dos Portos (estilo celta)."

De facto, a ocupação humana de Castro Laboreiro é comprovável até ao longo passado de quatro ou cinco mil anos. Nesta região desenvolveram-se sucessivamente duas grande culturas que atingiram um grau elevado de civilização: a cultura dolménica e a cultura castreja. Aqui pode encontrar-se, ainda hoje, mais de um centena de antas ou dólmenes (será talvez a maior concentração peninsular de dólmenes pré-históricos); alguns menires; a Cremadoura, a poente da Vila, onde se incineravam os cadáveres para serem recolhidas as cinzas em vasilhames de barro (no Mesolítico); doze castros, de há dois mil e quinhentos anos; pinturas e gravuras rupestres. O Castelo de Castro Laboreiro, diz o povo ter sido obra dos mouros. Pinho Leal, no seu "Portugal Antigo e Moderno", afirma mais certo ser atribuível aos romanos. O Pe. Aníbal Rodrigues coloca-o, porém, no ano de 955, fundado por S. Rosendo, governador do Val del Limia, desde Maio desse ano, por nomeação de D. Ordonho III, rei de Leão. D. Afonso Henriques rodeou-o de muralhas e, nos princípios do século XIV, quando caiu um raio no paiol de pólvora, que fez todo o polígono ir pelos ares, D. Dinis ordenou a sua reedificação.

Castro Laboreiro foi vila e sede de concelho desde 1271 até 1855. Teve tribunal, paços do concelho e cadeia, bem como alcaide e governador do castelo. Recebeu foral, em Lisboa, a 20 de Novembro de 1513, conferindo-lhe o nome de Castro Laboreiro. Tinha foral velho, dado por D. Afonso III, em Lisboa, a 15 de Janeiro de 1271, que a elevava a vila, dando-lhe simplesmente o nome de Laboreiro.

Um dos seus privilégios, concedido por vários reis e confirmado por D. João V, era o de não se recrutarem aqui soldados. Esclarece, no entanto, o Pe. Aníbal Rodrigues: "Pertença do condado de Barcelos até 1834, comenda da Ordem e Cristo desde 1319, Castro Laboreiro ocupou um papel de grande relevo, quer na independência da Pátria quer na Guerra da Restauração, desde 1640 a 1707.

Defendida pelo seu inexpugnável castelo, manteve-se sempre fiel ao ideário pátrio, sem nunca se vender ao estrangeiro. Desde 1136, data em que D. Afonso Henriques visitou Castro Laboreiro, até ao presente, o povo castrejo conservou-se sempre coerente consigo mesmo e de um portuguesismo a toda a prova." Era da casa de Bragança, que apresentava o reitor (que tinha de rendimento anual seiscentos mil réis, e o seu coadjutor vinte alqueires de centeio e dez mil réis, tudo pago pela comenda).

A igreja foi primitivamente vigairaria da matriz de Ponte de Lima, depois abadia do bispo de Tui, que D. João Fernandes de Sotto Maior trocou, em 1308, com o rei D. Dinis. No campo da monumentalidade construída, merecem finalmente destaque o pelourinho, de 1560, que é monumento nacional, e a igreja matriz, imóvel de interesse público, que foi construída primitivamente no século XII, em estilo românico. O coro, a torre e a capela-mor datam de 1775 e ostentam o estilo joanino ou de D. Maria Pia. Possui uma magnífica pia baptismal, do século XII, e preciosas imagens, que abrangem um largo período que vem desde o século XIV até ao século XVII. Tratando-se de uma raça pura, dócil e altiva, os mundialmente famosos cães de Castro Laboreiro são, desde o século VIII, motivo de orgulho do seu povo. É uma raça mastim de grande porte, nativa desta região montanhosa.

Fontes consultadas: Dicionário Enciclopédico das Freguesias - Autarcas do Séc. XXI, Inventário Colectivo dos registros Paroquiais Vol. 2 - Norte Arquivos Nacionais /Torre do Tombo.

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MOSTEIRO DE TIBÃES - BRAGA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

O Mosteiro de Tibães sofreu recentemente obras de recuperação interior e também nos acessos, mas há ainda muito por fazer no exterior do Mosteiro, que apresenta alguma degradação do efeito temporal, normal já que esta é uma obra da qual nem se sabe ao certo a data da sua fundação. A entrada custa (creio eu) cerca de 4€ Adultos, Crianças e Reformados 2€. A entrada no espaço de exposições é gratuíta, nesta altura a exposição era dedicada a Escritores Durienses.
              HISTÓRIA:

A fundação da Igreja e Mosteiro de Tibães, é anterior à nacionalidade, sofreu dura e implacavelmente as vicissitudes do tempo e dos homens. Nos finais do século XI, foi fundado o mosteiro românico, que recebeu em 1110, Carta de Couto, doada pelo conde D. Henrique.

Em 1567 tornou-se Casa-mãe da Congregação de São Bento de Portugal e do Brasil. Comprado pelo Estado Português em 1986, vazio e em avançado estado de degradação, inicia-se então a sua recuperação e dinamização cultural.

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www.autocaravanista.pt.vu- www.autocaravanista.blogs.sapo.pt- www.grupoautocaravanista.webs.com
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